Linha Dolomita


Dolomita é uma rocha calcária de carbonato duplo de cálcio e magnésio 100% natural.Cálcio é necessário para os ossos, para a saúde muscular, cardiovascular e tambem auxilia muitas outras funções do organismo.
Beneficios do Calcio
- Entra na estrutura dos nervos para transmitir os impulsos;
- Desenvolve o esqueleto sadio;
- Previne doenças cardiacas;
- Beneficia o sistema imunologico;
- Diminui a pressão alta sem efeitos colaterais;
- Diminui o risco de câncer gástrico e de cólon.
A falta de cálcio provoca:- Osteoporose, bursite, rigidez muscular, raquitismo.
Benefícios do Magnésio

- Ativa mais de 326 sistemas enzimáticos;
- Elimina ácido úrico, colesterol e triglicerídios;
- Auxilia na tensão pré-mestrual;
- Casos crônicos como: bico de papagaio, ciático, bursite, artrite e artrose;
- Eficiente nos casos de queimaduras, hematomas e cicatrizações;
- Processos inflamatórios: sinusite, amigdalite, prostatite, cistite e entertite;

A falta de Magnésio provoca:

- Irritabilidade, stress, depressão, dores musculares, reumatismo, formigamento, câimbras, endurecimento das artérias, enfarto e derrame .

A expectativa média de vida está aumentando, também, entre a população brasileira. Esta tendência obriga as autoridades em saúde de nosso país a uma revisão de suas prioridades assistenciais, pois a longevidade nos traz a preocupação com a qualidade de vida dessas pessoas. Vinte milhões de brasi- leiros estarão nesta faixa etária após a virada do milênio.

Doenças como a Osteoporose apresentam uma alta prevalência. Esta doença osteometabólica, mais freqüente na terceira idade, é caracterizada por uma diminuição da massa óssea com conseqüente fragilidade e risco de fraturas.

A Osteoporose é uma doença caracterizada pelo aumento da porosidade dos ossos, que perdem a capacidade de sustentação e estruturação do corpo. É a responsável por 60 a 70% das fraturas que ocorrem nas mulheres após os 60 anos.

A massa óssea do ser humano atinge o pico máximo aos 25 anos. A partir daí começa a decrescer, pois a reconstituição é menor que a destruição.

Esse início de perda de massa óssea (osteopenia) lenta e gradual é considerada normal para ambos os sexos.

No entanto, na mulher, após a menopausa, em função do declínio acentuado da produção de hormônios estrogênicos pelo ovário, acelera-se a perda do tecido ósseo. Nos 5 a 6 anos seguidos à menopausa, as mulheres perdem o dobro de massa óssea que os homens da mesma idade.

O normal é perder de 1 a 2% por ano, entretanto, após a menopausa, aquelas que caminham para a Osteoporose perdem de 3 a 4%. Assim até os 65 anos, aproximadamente, a mulher pode ter sofrido uma redução de até 30% da massa óssea.

Os ossos da coluna vertebral são costumeiramente os primeiros a serem atingidos pela Osteoporose, devido a sua constituição em grande parte trabecular.


Microfraturas acabam levando a um esmagamento das rtebras, resultado de movimentos rotineiros como carregar uma criança. Surge, então, um quadro doloroso seguido da contratura dos músculos do pesco, rax e do lombo. São freqüentes as dores nas costas e de cabeça.

No Brasil, cerca de 14 anos, vem-se pesquisando um suplemento alimentar natural de cálcio, um tipo especial de Dolomita, como fonte natural para a reposição mineral. Na década de 90 o Instituto Weismann de Pesquisas de Israel, sob a coordenação do Professor Dr. Samuel Edelstein, iniciou um projeto de pesquisa e está nos fornecendo o embasamento científico para a observação clínica feita no Brasil, desde a década de 80.

A maior descoberta em relação à Dolomita é que este suplemento brasileiro totalmente natural, além de fornecer cálcio para a formação da matriz óssea, também estimula a produção do calcitriol. Este hormônio é o responsável pela absorção do cálcio nos intestinos e sua fixação nos ossos, além de outros processos vinculados à imunidade.

Porque usar um mineral brasileiro natural - Dolomita?

A vitamina D3 - colecalciferol - é produzida, em sua maior parte, pela síntese fotoquímica dos 7 desidrocolesterol na pele após a exposição à luz ultravioleta.

Seu metabólito ativo - o calcitriol 1,25(OH)2D3 - é produto de duas hidroxilações no organismo, uma no fígado e outra nos rins. O calcitriol comporta-se como um hormônio, pois é produzido, armazenado, transportado e regulado pelo hormônio da paratireóide por mecanismos de feed-backs negativos. De sua parte, o calcitriol regula o cálcio e seu transporte ativo através dos intestinos e também no líquido extracelular. O calcitriol é transportado no sangue por uma proteína ligadora de vitamina D.

Nos enterócitos (células dos intestinos) existem receptores de calcitriol que, com a idade, perdem sua capacidade receptiva. Os mecanismos de envelhecimento natural do organismo também diminuem a capacidade de absorção de cálcio.

Independentemente da idade do paciente ou da causa da má absorção de cálcio, a terapia com calcitriol ou com uma substância que aumente o vel de calcitriol, tanto no sangue quanto nos ossos, será sempre eficiente na correção e na homeóstase do metabolismo do cálcio.

Os principais efeitos do calcitriol são observados no esqueleto (ossos), glândulas paratireóides, rins, músculos, nervos e no sistema auto-imune (apoptose). Nos ossos, o calcitriol estimula os osteoclastos preservando o remodelamento ósseo e regula a atividade osteoblástica, garantindo
qualidade e estabilidade mecânica dos ossos. O calcitriol diminui a fraqueza muscular e aumenta a resistência e a vitalidade em pacientes idosos, com isso melhorando a qualidade de vida do idoso.

De um modo geral, o calcitriol intervém no crescimento celular e na diferenciação celular, sendo o rim o órgão principal a fornecer calcitriol para circular no corpo, apesar de mais de 30 tecidos comprovadamente apresentarem atividade de calcitriol.

Primária e particularmente, o calcitriol é indicado na prevenção e tratamento da Osteoporose induzida por corticosteróides, pois o glicocorticoide inibe tanto a função dos osteoblastos quanto o efeito benéfico do hormônio de crescimento e da testosterona nos ossos.

Na psoríase, doença cutânea crônica caracterizada por hiperproliferação de queratinócitos, inibição de IL-8 e IL-8n (interleucinas) e conseqüentes melhoras cutâneas após uso de calcitriol.

Sendo assim, o uso de Dolomita torna-se evidente em pacientes com Osteoporose, tanto em seu tratamento quanto em sua prevenção, pois, conforme os dados laboratoriais recebidos do Dr. Samuel Eldenstein (1998) bioquímico chefe de pesquisas do Instituto Weismann –, a Dolomita é capaz de aumentar o calcitriol tanto no sangue quanto nos ossos. Evidências quanto ao seu uso em síndromes auto-imunes, câncer e suas metástases estão sendo analisadas e, quando os testes laboratoriais estiverem completos, novos dados serão fornecidos pelo Instituto Weismann de Ciências, de Israel.

Entre a população feminina, duas em cada quatro mulheres deverão desenvolver Osteoporose após a menopausa. Os homens, devido ao uso abusivo de nicotina, álcool e alimentação deficiente em cálcio e vitamina D, estão sendo acometidos com maior freqüência com outras formas de Osteoporose.

Na Alemanha, as fraturas de quadril são a principal causa de incapacidade entre os idosos.

70.000 fraturas de colo de fêmur em idosos, sendo que os gastos médicos diretos são anualmente em torno de um bilhão de marcos alemães. Cerca de 25% das vítimas de fraturas morrem seis meses depois do evento estes pacientes ocupam 20% dos leitos de Ortopedia dos hospitais.

Associado a isto, as fraturas de rtebras devido à Osteoporose são também causas comuns de lombalgias, deformidades e incapacidade física. Em 30% das mulheres e 55% dos homens com fraturas de esmagamento vertebral, são observadas causas secundárias de Osteoporose associadas com a anormalidade e com o metabolismo da vitamina D e com absorção de cálcio.

Em homens mais jovens, a Osteoporose é geralmente associada ao uso de corticóides, abuso de álcool e especialmente nicotina. A imobilização é a causa mais comum de fragilidade óssea nestes pacientes. É tão grave, que a perda óssea por imobilização no leito após quatro meses no paciente apresenta uma redução de 15% em sua densidade óssea. O osso sofre um contínuo processo de remodelação durante toda a vida. Este processo é regulado pelo cálcio, hormônio da paratireóide, calcitonina, prostaglandinas, ação local de citocinas, exercícios físicos e pelo metabolismo ativo da vitamina D o calcitriol. A busca por um equilíbrio em vel osteomolecular na população mais idosa passa necessariamente por uma alimentação rica em cálcio e magnésio, vitamina D e outros fatores hormonais.


Materia extraida da Revista
Academia Sul-Americana de Medicina Integrada pg. 16/17 – www.asami.com.br/revistas/revista7.pdf

Osteoporose

- melhor do que tratar é prevenir -

A osteoporose é a diminuição da massa óssea. Apesar do osso ser um tecido vivo que se renova permanentemente durante toda a vida, se a pessoa tiver pouca atividade física ou ingerir pouco cálcio durante as primeiras décadas de sua vida, tem o risco de desenvolver osteoporose aumentado.Durante as primeiras décadas de vida, predomina a formação óssea e por último a atividade de reabsorção óssea, de tal forma que a massa óssea começa a declinar vagarosamente a partir dos cinqüenta anos de idade para a maioria das pessoas.Com o passar dos anos, todos os ossos do nosso corpo são totalmente renovados e o cálcio é fundamental para o crescimento dos ossos e dentes,. Todos os dias o nosso organismo recebe cálcio dos alimentos ingeridos e perde cálcio através da urina. Se sai mais cálcio do que entra, o organismo retira cálcio dos ossos, para poder manter o nível de cálcio circulando no sangue. Com a diminuição da massa óssea, mesmo em níveis que podem ser caracterizados como osteoporose, nem sempre acarreta problemas ou limita as atividades da pessoa.

A osteoporose quase nunca dói, e quando acontece de doer é porque houve fratura ou uma patologia associada chamada de síndrome dolorosa miofascial ou a osteoartrose, comuns na idade mais avançada. Uma das conseqüências do envelhecimento é a perda gradual da massa óssea, que se torna mais frágil e às vezes diminui de tamanho. Por isso que algumas pessoas, quando se tornam idosas, diminuem de tamanho. A osteoporose somente passa a preocupar quando começam os riscos de fraturas. As mais comuns são as fraturas de punho, úmero (osso do braço que vai do ombro ao cotovelo), vértebras, costelas e, principalmente, a do colo do fêmur (osso único da coxa). As fraturas acabam complicando a saúde do idoso, metade das pessoas com fraturas de fêmur passam a ter limitações e até mesmo dificuldade de locomoção. Cerca de 40% dessas pessoas apresentam complicações circulatórias, troboembólicas, infecções respiratórias e desencadeamento do diabetes, que podem resultar na morte. A falta de prevenção da ostoporose deverá resultar em algum tipo de fratura para metade das mulheres ao redor dos 70 anos e para duas em cada três mulheres aos 80 anos de idade. As medidas preventivas compreendem a ingestão de quantidade adequada de cálcio, o exercício físico, a correção do hipoestrogenismo e o controle dos fatores que favorecem as fraturas.

Os Fatores de Risco para a Osteoporose.
Os fatores de risco são:

  • história familiar de fratura;
  • fumo;
  • mais de duas doses de bebida alcoólica por dia;
  • baixo peso e baixa estatura com ossatura delicada;
  • sedentarismo;
  • idade avançada;
  • uso contínuo de certos medicamentos como: corticoesteróides, anti-convuldivantes,ou metotrexate;
  • ingestão inadequada de cálcio;
  • ser da raça branca ou asiática.

Existem dois tipos de riscos para o desenvolvimento da osteoporose: o primeiro são aqueles não possíveis de correção e atinge pessoas que tem predisposição genética, como de baixo peso e estatura que têm a ossatura delicada; pertencer à raça branca ou asiática; e ter parentes próximos com o problema. A menopausa também é outro fator de risco não possível de correção. Porém, existem casos em que se pode corrigir o problema e está diretamente ligado ao estilo de vida, como o fumo, a falta de exercício físico, a alimentação que pode ser modificada e a terapia de reposição hormonal nas mulheres que têm baixa de estrógeno.

Como Prevenir a Osteoporose.
Quando a mulher se aproxima dos cinqüenta anos a produção de estrógeno diminui e a ovulação é interrompida. Com isso a mulher pára de menstruar e algumas sentem dores de cabeça, dores pelo corpo, fadiga, ondas de calor, sudorese, secura vaginal, insônia, alteração do humor e aumenta a incidência de doenças coronarianas. Mas todas as mulheres tem perda de massa óssea em decorrência da queda dos níveis de estrógeno. Uma das soluções para esses casos é a reposição hormonal, que protege contra as doenças coronarianas, reduz o risco de câncer uterino e é a melhor forma de interromper a perda de massa óssea e prevenir a osteoporose da pós-menopausa. Mulheres que tiveram câncer de seio ou que tenham enxaqueca, diabetes ou asma podem ter problemas com reposição hormonal. Nem sempre a menopausa requer o uso de drogas.

O exame que pode ser feito para medir o nível de perda da massa óssea é chamado de densitometria óssea e é indicado para as pessoas que apresentam pelo menos dois fatores de risco para o desenvolvimento da doença. Nestes casos, a determinação da massa óssea é importante para auxiliar o tratamento. Para prevenir a osteoporose é preciso fazer uma prevenção na adolescência principalmente, para as mulheres. A quantidade de massa óssea que conseguimos juntar na adolescência fará com que no envelhecimento tenhamos maior resistência contra fraturas, por isso, é fundamental que a jovem seja orientada para uma dieta rica em cálcio, como também para atividades físicas regulares.

Os exercícios físicos devem ser realizados de forma regular três vezes por semana. O melhor é caminhar, correr dançar, jogar tênis, ou praticar esporte coletivo como futebol, voleibol, basquetebol. Para pessoas mais idosas o indicado é caminhar aproximadamente 40 minutos de preferência todos os dias, respeitando sempre os limites de cada um e o conselho do seu médico. Outro fator que auxilia no tratamento e na prevenção é a ingestão de alimentos com grandes quantidades de cálcio. Algumas das melhores fontes de cálcio são o leite e seus derivados, porém recomenda-se consumo moderado de laticínios devido a sua grande quantidade de gordura. Deve-se dar preferência aos desnatados que possuem o mesmo teor de cálcio dos integrais. A Dolomita é um produto importante para o trabalho e desenvolvimento muscular. Participa ativamente no mecanismo do potencial de ação dos músculos. Os músculos contraem com cálcio e relaxam com magnésio. Foi constatado em pesquisas feitas em academias e equipes de ginástica olímpica, o aumento de até 30% da elasticidade muscular com o uso de Dolomita durante o período de um ano. Combate fadiga muscular e é benéfico em casos de rigidez muscular. A Dolomita fornece minerais essenciais para o equilíbrio das funções dos nervos e para problemas das articulações.

A Dolomita é obtida de uma rocha calcária, encontrada no Brasil. É um produto de origem natural, composto por cálcio e magnésio, dois minerais inseparáveis, que sempre atuam em conjunto no organismo. A falta de cálcio leva à carência de magnésio. Já o excesso de cálcio ao ser metabolizado, absorve quantidades excessivas de magnésio, provocando mais uma vez sua carência. Contém ainda vitamina D que contribuiu com benefícios e melhor atuação do cálcio no organismo. Além de cálcio e magnésio na proporção certa, ou seja, em torno de duas partes de cálcio para uma de magnésio, combinação perfeita, elaborada pela própria natureza com alta absorção pelo organismo.

Indicação
Artrite, artrose, processos inflamatórios, tremores, osteoporoses, (recupera a massa ósea) bursite, reumatismo, gota, amigdalite, gripe, renite, sinusite, dor de garganta, herpes, cólicas menstruais, miomas, dor de cabeça, enxaqueca, tendinite, DORT (doenças ocupacionais por repetição no trabalho). Também nas doenças agudas da pele como eczemas, erisipela. Nas doenças crônicas de pele, psoriase, alergia. Suplementa a carência do Cálcio e Magnésio que atuam no sistema nervoso, e é calmante. Stress, cansaço físico e mental, perda de memória, déficit de atenção, hiperatividade, nervosismo, irritabilidade, insônia. Desordens no sistema digestivo, gastrite, enjôo na gravidez, ulceras gástricas, flatulência, colite, hemorróidas, fissuras. Desordens do sistema cardiovascular, trombose, diminui a pressão sangüínea, aumenta o desempenho do sistema cardiovascular.

DOLOMITA EM PÓ

Uso Externo:
A Dolomita quando adicionada de água ou soro para o uso em pasta, adquire uma textura cremosa muito delicada, que favorece um efeito mais eficaz que as argilas ou outras Dolomitas de maior granulosidade. Tem uma ação penetrante nos poros, neutralizando rapidamente a acidez da área aplicada. Por isso o resultado imediato é percebido pelo alívio das dores e desconfortos nos casos de problemas mais superficiais (queimadura de sol, água, óleo). Uma camada fina da pasta de Dolomita é suficiente para produzir bons resultados. Na primeira aplicação o efeito é perceptível. Quando estão acometidos músculos e tecidos mais profundos, é necessário de uma camada mais espessa cujo tratamento deve ter a duração de 30 minutos até 2 horas em média, quanto mais profundo .

A aplicação em pasta permite uma distribuição anatômica da Dolomita , especialmente na face, mão, pé, região perineal ( região genital e anal). A pasta é indicada em pequenas ou amplas lesões superficiais e mais profundas que envolvem tecido conjuntivo ou muscular como contusões , hematomas, escoriações, queimaduras ou seja acidentes que precisam de uma aplicação rápida, mais penetrante, e uma estancando de imediata o sangramento e diminui a temperatura.

Indicação

  • Picadas, abcessos, furúnculos e infecções na pele. Atua na pele clareando, amaciando, atenuando rugas, cicatrizes, acnes de III grau, manchas gravídicas ou senis na face , mãos e braços.
  • Traumatismos, dores musculares, contusões, luxações, hematomas, artrites e torcicolo.
     Cólica menstrual, dores abdominais e lombares, cólica renal, nódulos nas mamas, mastite, cistites; sinusite, dores de cabeça, garganta, ouvido, e inflamação nos olhos.
  • Reduz processo inflamatório em caso de acnes, e superficializa os cravos. Proporcionando um lifting natural

PRÁTICO E EFICIENTE
Hidratar com água quente ou fria, até formar uma pasta homogênea. Aplicar na área desejada, deixar no mínimo 1 hora e meia. A aplicação poderá durar enquanto for confortável e no caso de membros, pode-se até passar a noite toda com o cataplasma. Na febre ou inflamação , o cataplasma frio absorverá o calor, e deverá ser trocado cada vez que esquentar. Repetir a operação quantas vezes for necessário, até equilibrar a temperatura ou, no caso, o furúnculo vir a furo. O cataplasma só poderá ser reaproveitado no máximo 2 vezes. Deixar no sol pelo menos uma hora.O tratamento deverá durar até o desaparecimento dos sintomas.

Temperatura :
• Aplicação fria: febre, furúnculos e problemas de pele com erupções ou ulcerações.
•   Aplicação quente: área pulmonar, reumatismos, artrites e cólicas menstruais.

Indicações e modo de usar a pasta

-Stress – insônia, dores musculares, fibromialgia, diabetes, hipertensão, fogachos (onda de calor), dores articulares nas mãos e pés, esporões, joanete, calor nos pés.
-Febre – pode ser aplicada nas mãos e pés ou cabeça e abdomem das crianças. Catapora, sarampo, rubéola, brotoeja, reações alérgicas intensas, coceiras, inchaço, vergões, grosseirão, aplicar no corpo todo. Contusões, hematomas, escoriações, assaduras, acnes, lesões cortocontusas, picadas de inseto e animais peçonhentos.

-Rejuvenescimento da pele – celulites, estrias e flacidez, usar aproximadamente 30 dias consecutivos envolvendo com filme.

-No couro cabeludo – queda de cabelo, seborréia, oleosidade, enfraquecimento por tintura. Fazer uma pasta com a mesma proporção de água e Dolomita e aplicar nos cabelos, deixar 30 a 60 minutos conforme o comprimento dos mesmos. Pode permanecer com o tratamento durante toda noite.

-Mascara Facial rosto, colo e pescoço – 1 colher de sopa cheia de Dolomita, metade do volume de água, 5 gotas de mel. Faça uma pasta e aplique no rosto e pescoço, após 15 minutos molhe o rosto fazendo movimentos circulares até remover toda a pasta. Aplique hidratante Vitalitá.

-Banho corpo todo – Dissolver num recipiente que não seja de metal, aproximadamente 300g de DOLOMITA e o mesmo volume de água. Fazer uma pasta e espalhar no corpo todo mantendo-o umedecido entre 40 a 60 minutos. Comece aplicando nos cabelos, (tomar a precaução de lavá-los com shampoo e condicionador após o tratamento). O ideal é descansar cerca de 20 minutos após o banho (Medida aproximada para pessoas com 60 kg).

-Higiene Bucal
1 – Pré dentição, desinflama as gengivas do bebê e crianças. Molhe o dedo e coloque no pó, friccione levemente a gengiva.
2 – Clareia os dentes, evita cáries e elimina o bolor da dentadura. Escovar os dentes ou dentadura após as refeições.
3 – Alivia a dor na manutenção do aparelho de correção. Dissolver uma colher de sopa para ¼ de copo de água morna e bochechar.
4 – Pós operatório de gengivas e extração de dentes. Use o pó dentro da boca, como uma pequena almofada em forma de cataplasma. Externamente recomendamos o cataplasma de DOLOMITA. 

 

DOLOMITA:

É uma rocha cuja composição química básica é: 54% CaO (carbonato de cálcio)  e 36% CaMg (carbonato de magnésio) é a combinação perfeita da natureza e que esta na proporção exata que favorece a absorção e fixação  do cálcio nos ossos e descalsificando as articulações e artérias e magnésio ativando mais de 326 sistemas enzimáticos do corpo humano , elementos fundamentais para o organismo.

100% natural foi descoberta nos Alpes Italianos pelo geólogo francês Deodat Dolomieu em (1750-1801), daí o nome “DOLOMITA”.

O uso desses minerais é recomendado, na Europa e EUA tanto para funções de calcificação dos ossos e dentes como na transmissão neural e muscular.

São essenciais na construção muscular, onde o Cálcio age como estimulador e o Magnésio age como um relaxante.

Melhoram a elasticidade do músculo cardíaco e promovem coagulação sanguínea. (Medicina – Fisiologia Humana – A. C. Guyton).

A carência do Cálcio e do Magnésio na vida moderna está ligada principalmente ao estresse, ao consumo de água desmineralizada, ao consumo de produtos artificiais, ao fumo, a bebida e a vida sedentária.


PARA QUE SERVE A DOLOMITA:

Para uso via oral serve para: osteoporose, dor reumática, dor muscular, dor lombar, cãibra, fraqueza, artrite, anemia, Insônia e estresse.

Para uso tópico externo serve para: úlcera varicosa, ferida de herpes, ferida do diabético, máscara facial, assadura, escaras, olheiras e pés pretos.

Prevenindo a osteoporose você melhora a capacidade funcional. Osteoporose é o aumento da porosidade do osso devido a sua descalcificação (perda da massa óssea). Essa doença deixa o osso mais frágil, fazendo com que ele se quebre com facilidade. O osso é uma estrutura viva , composta principalmente de cálcio. Exercícios e exposição moderada ao sol auxiliam na fixação do cálcio.

Uma em cada três mulheres tem ou terá osteoporose. Porém esse problema não é exclusivo das mulheres.

Como usar a Dolomita:

Em pó:

Pode ser ingerida em sucos, refeições, etc.

Dose recomendada 2 granas equivalente a 2 colheres de café  duas vezes ao dia.

Uso externo:

Úlcera varicosa, afecção dermatológica, cortes e feridas do diabético na forma de creme (pasta).

Modo de preparar:

Colocar a quantidade desejada do pó de dolomita em um recipiente.

Acrescentar soro fisiologico ou agua filtrada

Mexer até formar uma massa homogenea e cremosa.

“Aplicar de 3 a 4 vezes ao dia no local”

Como máscara facial:

Previne manchas, acnes, rugas, olheiras e flacidez. A DOLOMITA na forma de creme amacia e dá vida à pele.

Prepare o creme conforme indicado acima e…

Para facilitar a fixação do creme, misture gotinhas de mel, azeite de oliva ou óleo mineral.

Aplique uma fina camada com espátula ou pincel de cosmética.

O resultado reparador é surpreendentemente imediato.

Como cataplasma:

Uso na forma de cataplasma em inflamações, cólica estomacal, contusão de atleta, dores superficiais.

Espalhar a DOLOMITA em pó no meio do tecido hidrofico

Formar cataplasma

Despeje água e alise com a mão até formar uma pasta.

Aplique sobre o local afetado e prenda com uma faixa.

Como talco anti-séptico:

Uso do pó (talco) em frieiras, assaduras e micoses.

Aplique a DOLOMITA em pó seco no local afetado, renovando-o para perfeita utilização das propriedades cicatrizantes e absorventes dos minerais.

Ideal para a higiene dos pés dos diabéticos e dos esportistas em geral, eliminando o mal odor dos pés.

Falta de magnésio e problemas na artéria coronária .
A falta de magnésio na dieta pode aumentar a probabilidade de desenvolver problemas na artéria coronária. Foi isso que sugeriu um estudo da Northwestern University School of Medicine em Chicago com quase 3 mil homens e mulheres.
O estudo usou tomografia computadorizada para verificar o nível de cálcio na artéria coronária e relacionou os resultados aos dados da dieta do participantes. O estudo começou há 15 anos atrás, quando os participantes tinham entre 18 e 30 anos de idade. Também foram coletados outros dados de estilo de vida dos participantes.
A conclusão foi que a quantidade de magnésio ingerida na dieta foi inversamente relacionada aos níveis de cálcio na artéria coronária. O nível de cálcio na artéria coronária é um indicador de risco de aterosclerose. As melhores fontes de magnésio são vegetais folhosos verde-escuro e legumes.

Fonte: University School of Medicine in Chicago, 30/04/2005.

Garanta sua dose de cálcio e EMAGREÇA!
Sim, ele reduz os depósitos de gordura e agora os cientistas já sabem por quê. Conheça os mecanismos por trás desse efeito e aprenda a tirar proveito do mineral que, ainda por cima, afasta o câncer, controla a pressão e, claro, fortalece os ossos.

 

Leia mais…

Dieta, redução de estômago, nada adianta: a quantidade de células de gordura não diminui depois dos 20 anos. O máximo que você pode fazer é murchá-las.

 

Leia mais…

A deficiência de cálcio nos EUA é de 58%. Nenhum grupo pesquisado de mulheres em qualquer faixa etária, atinge o patamar do RDA, sendo que a média diária de ingestão de cálcio é de 501 mg.
Enquanto a dose diária recomendada de cálcio para um adulto é de aproximadamente 1000 mg, estima-se uma ingestão média de 743 mg por dia nos EUA, sendo que entre as mulheres entre 35 e 50 anos a ingestão de cálcio é em média 530 mg Ca/dia.

Durante a gravidez e lactação as necessidades diárias de cálcio são acrescidas de 400 mg, sendo necessário um total de 1200 a 1400 mg/d, o que frequentemente precipita quadros de deficiência importantes.

Enfermidades relacionadas com a deficiência de Cálcio

- Osteoporose
- Câncer
- Diabetes
- Aumento de Colesterol LDL
- Doença Periodontal
- Hipertensão Arterial

Funções bioquímicas do Cálcio

- Formação e manutenção de ossos e dentes

- Coagulação sanguínea

- Regulação da pressão arterial

- Contração muscular

- Transmissão nervosa

- Síntese, liberação e ativação de enzimas

- Síntese e liberação de neurotransmissores

- Redução da absorção de alumínio e chumbo

Os suplementos comuns de Cálcio

Os suplementos de cálcio chamados de naturais como o de ostras, oyster shell, ou como a dolomita são anadequados pela sua baixa absorção e por serem uma fonte de metais tóxicos como o chumbo. O chumbo como se sabe, afeta o desenvolvimento de sistema nervoso e atua como alto gerador de radicais livres, sendo muito difícil sua eliminação do organismo. O citrato de cálcio pode incrementar a absorção de alumínio.
O carbonato de cálcio possui uma absorção muito baixa, é insolúvel, e, estando iônico, interfere com a absorção de outros metais como por exemplo o ferro e o zinco.

Fontes

Dolomita, leite, iogurte, tofu, sardinha, ostras, brócolis .

Falta de magnésio e problemas na artéria coronária .
A falta de magnésio na dieta pode aumentar a probabilidade de desenvolver problemas na artéria coronária. Foi isso que sugeriu um estudo da Northwestern University School of Medicine em Chicago com quase 3 mil homens e mulheres.
O estudo usou tomografia computadorizada para verificar o nível de cálcio na artéria coronária e relacionou os resultados aos dados da dieta do participantes. O estudo começou há 15 anos atrás, quando os participantes tinham entre 18 e 30 anos de idade. Também foram coletados outros dados de estilo de vida dos participantes.
A conclusão foi que a quantidade de magnésio ingerida na dieta foi inversamente relacionada aos níveis de cálcio na artéria coronária. O nível de cálcio na artéria coronária é um indicador de risco de aterosclerose. As melhores fontes de magnésio são vegetais folhosos verde-escuro e legumes.

Fonte: University School of Medicine in Chicago, 30/04/2005.

Olha a osteoporose e o magnésio na avenida ai gente!

Enquanto você mantém os olhos bem abertos, esperando para atravessar aquela avenida às 6h da tarde, todos os 206 ossos do seu esqueleto continuam se movendo freneticamente bem debaixo do seu nariz. Bizarro? Nem tanto. Mesmo depois de completar a etapa de crescimento, os ossos permanecem em uma dança contínua de remodelagem: enquanto um grupo de células absorve o “osso velho”, um outro grupo forma o “osso novo”, substituindo aquele que foi absorvido, e o ciclo recomeça.
As coisas correm muito bem obrigado até por volta dos 35 anos de idade, quando as perdas ósseas começam a superar os ganhos. O resultado: sem depósitos de cálcio suficientes, os ossos entram no cheque especial, se tornam mais porosos e frágeis e meus parabéns, teve início seu processo de Osteoporose! E pensar que você só queria atravessar a rua, hein?
Devido às alterações hormonais, o processo de Osteoporose é 10 vezes mais rápido nas mulheres em relação aos homens, especialmente durante os primeiros anos que se seguem à menopausa: por volta dos 55-60 anos de idade, 9 de cada 10 mulheres apresentam algum nível de Osteoporose – e esta perda óssea mantém um avanço de 1% ao ano. Colocando em números: uma mulher de 60 Kg tem aproximadamente 8 Kg de ossos. Se ela estiver sofrendo de Osteoporose, mais de 05 colheres de sopa cheias de osso terão desaparecido entre o carnaval e o reveillon.
Todo este cálcio que some em um passe de mágica deixa atrás de si um rastro de sintomas, que incluem dores difusas, deformações na coluna, aparecimento de corcunda e diminuição da altura. Porém, a manifestação mais comum e dramática da Osteoporose é a Fratura Espontânea: o osso se torna tão fraco para sustentar a carga do próprio corpo que termina se partindo como um graveto seco. Plect.
Estatísticas e outras ilustrações terroristas à parte, o risco de fratura do quadril secundária à Osteoporose em uma mulher com 60 anos de idade de fato é MAIOR que o risco dela sofrer cânceres na mama, no útero e nos ovários – juntos! E a tristeza não termina aí. Metade dos portadores de osteoporose e vítimas de fratura do quadril, jamais recuperam plenamente sua capacidade física, sendo que cerca de 13% destes morrem nos 6 meses seguintes por complicações relacionadas à fratura.
Com todas estas informações alegres na cabeça, os cientistas sempre procuraram um modo de impedir ou reverter a Osteoporose. Dietas, exercícios, hormônios… Nos últimos anos, a ênfase passou a ser o uso de suplementos de Cálcio, mas estudos recentes vêm questionando o valor absoluto do Cálcio, salientando o risco das complicações relacionadas ao seu uso, tais como cãibras inexplicáveis, artrite, pedras nos rins e formação de placas no interior das artérias que comprometem o fluxo de sangue.
O fato é que os pesquisadores observaram que as mulheres da Índia e de outras partes da Ásia consomem uma reles fração do cálcio que você consome. E – pasme! – elas possuem uma menor incidência de Osteoporose e Artrite que as mulheres ocidentais. O segredo não estava na quantidade de Cálcio, mas na concentração de Magnésio, o quarto íon mais abundante no seu corpo. E a explicação também era simples: o magnésio é essencial para que o cálcio seja depositado nos ossos. Sem magnésio, o cálcio fica por aí, dando bobeira enquanto os ossos quebram a cara.
Os médicos acreditam que aumentando o consumo de Magnésio seja possível utilizar doses menores de cálcio, reduzindo o risco de complicações e intensificando a formação de ossos mais saudáveis e resistentes. Além disso, o Magnésio também é útil no combate à hipertensão arterial; diminui a incidência de arritmias cardíacas, dores de cabeça, insônia, depressão e distúrbios do sono; reduz a ocorrência de constipação intestinal, pedras nos rins e fadiga crônica… quer dizer, mais um pouco, e o Magnésio vira uma garrafada para ser vendida no centro da cidade.

Se você está fazendo uso de certos medicamentos (p.ex.: furosemida, hidroclorotiazida, etc), sofre de alcoolismo, diabetes, insuficiência cardíaca, diarréia crônica ou periodicamente toma um laxantezinho para os intestinos, saiba que você pode estar deficiente em Magnésio – e isto no médio e longo prazo aumenta seu risco para Osteoporose.

A necessidade diária deste sal mineral (cerca de 300-350 mg) pode ser suprida através de uma dieta equilibrada e rica em legumes, peixes e cereais integrais. Em pessoas com Osteoporose Avançada, são indicados suplementos de Magnésio para interromper o processo e recuperar a saúde óssea. Mas atenção: tratar a Osteoporose com comprimidos de Magnésio ou Cálcio SEM a orientação de um médico ou nutricionista, é uma escolha tão segura e inteligente quanto levar seus ossos para atravessar aquela avenida movimentada às 6h da tarde – desta vez de olhos bem fechados.

Fonte: Dr. Alessandro Loiola é médico, escritor, palestrante e autor de Vida e Saúde da Criança e Obesidade Infantil. Atualmente reside e clinica em Belo Horizonte, Minas Gerais.

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